1 Coríntios 7:12-14 — Quando só um dos cônjuges crê
O cônjuge crente pode ser influência santa no lar, com fé, paciência e testemunho, sem pressão e sem garantia automática de salvação.
Escola de Casais
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O cônjuge crente pode ser influência santa no lar, com fé, paciência e testemunho, sem pressão e sem garantia automática de salvação.
O amor bíblico se revela em atitudes concretas: paciência, bondade, humildade e perdão, que sustentam o casamento no cotidiano.
Para quem namora ou pensa em casar, Paulo aconselha escolher alguém que compartilhe a fé, para que o casal caminhe na mesma direção.
Sentir raiva é humano, mas o casal não deve deixá-la virar pecado nem dormir sobre ela, para não dar brecha ao inimigo.
O casal é chamado a abandonar a amargura e os gritos e a se revestir de bondade e perdão, na medida do perdão de Deus.
Antes de falar de papéis no lar, Paulo pede que todos se sujeitem uns aos outros, por reverência a Cristo, num espírito de serviço.
A sujeição da esposa é voluntária e vivida no Senhor, diante de um marido chamado a liderar como Cristo: com amor e serviço, nunca com domínio.
O marido é chamado a amar a esposa como Cristo amou a igreja: com entrega sacrificial, cuidado constante e desejo de vê-la florescer.
O casamento reflete a união de Cristo com a igreja; o marido ama a esposa como a si mesmo, e a esposa respeita o marido.
Como povo amado de Deus, o casal se veste de compaixão, paciência e perdão e, acima de tudo, do amor que une todas as virtudes.
Paulo orienta a esposa a se sujeitar no Senhor e o marido a amar sem amargura: um lar marcado por respeito e ternura, nunca por dureza.
A vontade de Deus é a santidade sexual: o casal honra a Deus com domínio próprio, pureza e respeito ao corpo.