Êxodo 20:15,17 — Não furtar, não cobiçar
Os mandamentos protegem o que é do próximo e guardam o nosso coração: não tomar o que é alheio e não desejar o que pertence aos outros.
Escola de Casais
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Os mandamentos protegem o que é do próximo e guardam o nosso coração: não tomar o que é alheio e não desejar o que pertence aos outros.
Deus exige medidas honestas no comércio; a integridade nos negócios e no trabalho é uma forma de adorar o Senhor que nos libertou.
Quem emprega ou contrata deve pagar o justo e no prazo; atrasar o pagamento de quem depende dele é pecado diante de Deus.
O salmo contrasta quem pega emprestado e não devolve com o justo que dá; honrar compromissos e repartir revelam o caráter.
Davi alerta contra ganhos desonestos e contra o apego aos bens; mesmo quando a riqueza aumenta, o coração deve continuar em Deus.
Feliz é quem une generosidade e honestidade; a forma como conduzimos negócios e empréstimos revela o temor a Deus.
Dinheiro fácil e desonesto se esvai, mas quem junta aos poucos, com constância, vê os recursos crescerem com segurança.
A fidelidade é abençoada, mas a ânsia de enriquecer depressa leva a atalhos, golpes e prejuízos; Deus valoriza o caminho honesto e constante.
Agur pede a Deus apenas o necessário, reconhecendo os perigos da fartura e da miséria; o contentamento protege a fé e a honestidade.
A fidelidade com pouco revela o caráter; quem administra bem o dinheiro hoje mostra que pode receber responsabilidades maiores de Deus.
Paulo ensina a pagar o que se deve e a não deixar dívidas pendentes; a única dívida permanente do cristão é o amor ao próximo.
Deus não exige de nós sucesso ou fartura, mas fidelidade; somos administradores daquilo que pertence a ele, e isso inclui o dinheiro.